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Monday, November 24, 2003

28 Days Later

Não sei onde li uma crítica tosca de Marina Person para o filme
Extermínio. Ela dizia algo mais ou menos assim: 'o que aconteceu com o diretor de Trainspotting?' Quer dizer então que todos os filmes de Danny Boyle deveriam seguir a mesma linha, com mesmo elenco, falando a mesma coisa, no mesmo esquema drogaditos. Transpotting, a triologia? Que tal? Ã-hã. É muito pra minha cabeça essa insinuação de que o cara perdeu a mão. Negócio é o seguinte: críticas e críticos não acrescentam nada mesmo e não sei porque existem. Acho que todos pensam a mesma coisa (ou quase) que eu. Faz tempo que não dou credibilidade nenhuma a eles (críticos e críticas), e no caso de Extermínio, lí por acidente. Queria tê-lo visto logo na sua estréia, simplesmente porque me amarro nas coisas do Danny Boyle. E nas trilhas dos filmes do Danny Boyle. Transpotting dispensa comentários. Cova Rosa... não me lembro, preciso rever. Parece que tem Leftfield. Mas por acaso, já ouviu a trilha de Por Uma Vida Menos Ordinária? Além da belíssima Leave do REM, a preferida de muitos que conheço, e que toca numa parte memorável do filme, que me faz lembrar só de escrever, tem Full Throttle do Prodigy que eu amo, tem Beck, Faithless, Sneaker Pimps, Cardigans, Ash (acho de médio pro ruim, embora muitos curtam), Elvis Presley... mas voltemos a Extermínio. A estória é bem plausível, muito menos fantasiosa do que possa parecer, trilha legal - pra variar – com Grandaddy, Brian Eno, rola até uma emocionante versão pra Ave Maria de Gounod. Tem umas imagens bem bacanas da Inglaterra, um merchandising um pouco exagerado da Pepsi. Eu fiquei com um medinho neste filme, confesso. Se ligue na cena onde ele vai libertar a mocinha, já perto do final do filme. Saca só onde ele vai meter os dedinhos indicadores (ou seriam os polegares?). Alías, saque esse cara todo, o Jim, interpretado por Cillian Murphy, que eu não conhecia, mas me apaixonei. Pode assistir.