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Monday, July 23, 2007

Descobri o que preciso: tatuagem. Solução paliativa permanente.

Friday, July 13, 2007

Eu tinha bebido um pouco (!!!) demais. Não conseguia lembrar a roupa que vesti para irmos ao Berlin. Eu lembro que o make up ficou ótimo. Tipo, há um talento para fazer do make up um sucesso quando não estou sóbria. E a foto que tiramos no elevador - e que eu vi só ontem - comprova a teoria. Mas com que roupa? Jeans, camiseta preta com estampa hard techno para ir em buteco underground de rock? Inapropriado. Botas. Sim, eu lembro das botas. Mas será que tava frio? Será que eu usava uma jaqueta? Sei lá. Então encontramos o Supla e ó, muito nada a ver. A música estranha e muito insuportavelmente alta, fez com que a gente deixasse o lugar... e olha que já estávamos bêbados, mesmo assim muito incomodados com a confusão sonora. Mas tudo bem porque tocou Pets do Porno for Pyros. O teor alcoolico corporal estava tão alto que não sei bem como conseguimos chegar no outro lugar. Desta vez, no SPKZ. Não tenho uma opinião sobre o 'crube' mas eu me diverti porque ri muito praticamente o tempo todo. Mas eu queria lembrar que roupa exatamente eu usava...

Wednesday, July 11, 2007

E foi assim. Decidiu que nunca iria perder nem mais um minuto. 1 minuto, um estupido minuto que ficasse a mais na cama, iria refletir no resto de seu dia, e consequentemente em sua vida inteira. Foi isso o que aquele babaca, super investindo no marketing pessoal, disse no jantar de 30 pessoas, quase todas elas bem idiotas. Naturalmente ela era uma delas. E estava um frio... ventava muito e ela teve de fechar as malditas janelas, as duas, porque o barulho era muito irritante. Aí, leu o email daquele cara que conheceu no curso - também idiota - que frequentava todo sábado. Das 09h00 as 18h00. Caralho. Cada um tem o que merece mesmo. Mas o email era engraçado, porque o cara, o gerente de projeto de usinas - hahaha - da Votorantim, era um cara muito louco, do tipo que ela adorava. Ela riu do email. A janela ainda fazia barulho, foi lá de novo. Olhou a piscina. Mas que coisa idiota (também) mas ao mesmo tempo muito legal que é ver o vento bater na água da piscina. E que movimento interessante é esse que acontece e que te faz pensar em coisas tão pequenas quanto tolas e que ainda assim, te deixa meio depressiva. Ah não. Pensou no telefonema no meio do workshop que recebera e não soubera como tratar. Desligou. E ele perguntou se ela tinha desligado na cara dele. Bem, ela deu uma desculpa qualquer e talvez ele ligue de novo amanhã. Velho mundo... ela vai para Itália. Amanhã. Isso é, se ainda tiver vôo livre... ciao

Wednesday, June 27, 2007

Monday, June 25, 2007

Friday, June 15, 2007

berro pelo aterro
pelo esterro
berro por seu berro
pelo seu erro
quero que você me ganhe
que você me apanhe
sou o seu bezerro
gritando mamãe
esse papo meu tá qualquer coisa
e você tá pra lá de Teerã

Monday, June 04, 2007

Claire: Well, isn't it comforting to know that being miserable is still better than being an idiot?

Friday, June 01, 2007

E sempre que me apaixonava, dizia que era pra valer, que nunca tinha acontecido nada igual antes, sol em conjunção com a lua, olhos brilhando, taquicardia e eu queria mais. mais aquele cara, mais vezes, toda hora, só ele, mais ninguém, para mim, para sempre, nunca mais outra pessoa e o caralho a quatro. muito extrema, muito louca. muito apaixonada. toda vez a mesma lenga-lenga. na verdade me apaixonava muitas vezes e toda hora. eu não conseguia evitar que o momento único acontecesse -com frequência. só fechava meus olhos para que a tinta vermelha não me cegasse quando fosse derramada sobre a gente. e eu vivia feliz, vivendo muito, amando muito, fodendo muito com o pensamento fixo dessa coisa de que a vida era um lance muito doido mesmo e valia a pena e eu não me preocupava com nada a não ser com nós dois. muito egoísta entre quatro paredes, muito dada entre às nossas quatro paredes. eu, você. as vezes, sentia mesmo pena daqueles que diziam nunca terem se apaixonado, noutras eu me achava incrivelmente superior e os encarava com desprezo, como se fossem uns fracassados, incapazes de fomentar esse desejo louco que é o de se desejar e ser desejada por alguem tão intensamente. depois de um tempo, ao contrário deles, dos fracassados, eu já não aguentava mais tudo isso, a euforia, a novidade. tudo muito tedioso, vontade de mandar ir embora com a condição de não voltar mais.

Tão inerente quanto aderente, estava em mim essa doença, que mesmo ignorando-a, eu continuava sem saber como impedir o momento piegas de sua concepção. não era possível remover o vírus e ainda que fosse, as técnicas seriam tão complexas que não poderiam aqui ser descritas.

Wednesday, May 16, 2007

"Sistema Globa Brasileiro de prostituição

O sistema global brasileiro de prostituição foi criado pela rede globo de televisão a partir da década de 70 para transformar o Brasil em um prostíbulo com 8,5 milhões de quilômetros quadrados. A maior contribuição que os militares deram foi destruir o ensino publico brasileiro para que a globo adestrasse os zubís dos brasileirinhos. O resultado dessa decomposição moral, social e cultural é o que temos hoje: um país de drogados, prostitutas, siliconados, tatuados e homossexuais. "


Acho que é isso o que acontece quando as pessoas dão uns pegas e resolvem comentar em websites por aí fora... adorei a viagem, enfim. Tenho um quê por gente louca, aí ja viu.... :D

Tuesday, May 08, 2007

adorei. do lisias. amo. amei.