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Wednesday, March 16, 2005

Do Fundo do Meu Coração
(Ok, a imbecil se fue e recomeçamos do zero agora... que deus ajude e apareça alguém mais ou menos normal, amém. Falando em blogs, é difícil manter uma certa frequência por motivos alheios a minha vontade; ora sou eu que não tenho tempo, ora é o servidor que está fora, então ficamos assim, numa constante inconstância.)
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Saudade. O Alan foi mesmo para Itália e é muito estranho não tê-lo mais ao meu, ao seu, ao nosso alcance. Foi assim, sem data para voltar, com o cú na mão e o coração na boca. Mas não é assim que é mais gostoso? Fica aqui meu registro, se eu estava com saudade antes de vc partir, imagina agora. Quase morrendo.
De você também. Sei que marcamos umas vezes aí mas eu nunca tive a intenção de ir. Eu não me esqueci, porque és do tipo inesquecível. Mas a gente vai se ver, se abraçar, conversar um monte e tentar ser um pouco do jeito que éramos (bem gostoso, lembra?) Espera mais um pouco, só mais um pouco.
Da Renata. Nossas horas felizes demoram a acontecer, são quase uma lenda, mas quando acontecem são tão divertidas, realmente felizes. Da última vez foi no Bar8, na Jose Maria Lisboa, e teve um 'que' de Terra Madre dado o lance private da coisa.
Do Julio, JC, James. Quando é que vc vem afinal, hein? Vc tá me irritando taaaanto! Eu vou querer uns CDS, mas não vou dizer de quais músicas ou bandas. Tirando Beatles e umas coisas aí, confio no seu bom gosto. Aliás, andei me impressionando ainda mais pelo seu audioscrobbler.
Junior, Sedotec. Vc também entra aqui em 'saudade'. Última vez que nos falamos foi no final do ano, por telefone, com vc me desejando 'feliz 2005, lindona'... saudade que não se descreve.
Lisiasp. Ai, Lisiasp eu te amo e é tão ruim amar sem ver.. só que agora tá tão dificil...
A lista poderia ser maior, tenho saudade de outras pessoas. Quero e vou reencontrá-las todas, e logo. Afinal gastar nosso tempo ao lado de quem gostamos é o que mais importa.
Não precisarei fazer as vezes de host esta noite, no jantar para os mexicanos. Delicia. Vou pra casa, ver LOST, que começa as 21h (America é o caralho), no AXN ou na Sony, como prefirir (se eu fosse vc, assistiria pela AXN: menos comerciais, mais objetividade). A série parece ser legal, ví ontem, deu um medinho, mas quem não curte um cuzinho piscando as vezes? Então, melhor ainda, poder ir pra casa, assistir a tal nova série imaginando que los mexicanos pueden quedarse en una gran roubada... reservaram Charlô no Jockey, se esquecendo que temos Vivo Open Air... bem, liguei lá no restaurante e a querida me dijo que o maitre 'garantiu' que não há problemas para as pessoas que irão ao restaurante, porque a sessão de cinema começará as 23h30. Boa sorte então. E por falar em Vivo Open Air, não vá perder Fome de Viver que será exibido em tela gigante nesta quarta. Ginger vai. (Assistir e não perder)
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Não sei dizer se é o momento, ou se todas as coisas que aconteceram e um monte que não acontecerão mais e ainda, o pensamento sobre como seria se pudesse ter colocado toda a loucura em prática. A impressão que tenho as vezes é a de que, me atrai muito o que não posso ter e alcançar. Que eu gosto da coisa platônica, que saboreio esse lance do sofrer. Aposto que não é novidade para você.
Que momento é esse que te faz ouvir uma mesma música sem parar, over and over and over, achando que cada vez fica melhor, mais bonita, mais meaningful, mais a ver, mais triste, mais deprê.
Certamente ela fará parte da trilha.

Transatlanticism, Death Cab for Cutie.

Monday, January 24, 2005

home office

Não fui trabalhar hoje, mas terei que trabalhar amanhã porque desafortunadamente, a empresa fica fora de Sao Paulo. Deprimente. O fato de eu nao ter ido ao escritorio propriamente, nao significa que nao esteja trabalhando. Estou tentando, remotamente, só que minha conexão VPN parece não funcionar. Aí não é problema meu. Que chato, né? Vou tomar banho, uns 40 min, depois coloco no Eurochannel pra ouvir, quiza, um filme francês. Vou pro quarto, deitar e ficar de cara pra cima literalmente, aquela coisa boa, ainda que monótona, que é ficar olhando pro teto. Um lance momentos de reflexão.

Saturday, June 12, 2004

queria

ter mais tempo. Porque estou achando tudo ultimamente muito corrido. Muito trabalho, muito estress, muita coisa, muita gente, excesso de montes de milhões de coisas, me impedindo um pouco de viver, assim, como eu queria.

Então hoje eu tive um tempinho, bem curtinho, antes das 18:00 e depois das 17:00 e quis te dizer que eu gostaria de aproveitar melhor o meu pouco tempo (quase nulo) disponível. Eu tentei.
Tentei dizer (de novo) sobre as coisas que passamos e que talvez só eu entenda. Porque eu sou pretensiosa. E porque eu me apego sempre mais. E porque eu amo demais. De quando desisti de Campinas, por exemplo. Eu te liguei mas eu esqueci o que ia falar. Conversamos depois. Em casa. Daqui a pouco.
Duro é morrer de saudade estando tão perto. Duro é não concretizar tanta poesia. Que desperdício estamos fazendo... que tola que eu estou sendo. Ela me disse que as vezes se sente como se estivesse tentando - em vão - segurar a água entre os dedos. Talvez até consiga, por uns segundos a mais. Só que, pra sempre é impossível.
Todos os dias pensando na mesma coisa, não exatemente do mesmo jeito, ou no mesmo horário. Todos os dias pensando em você. Realmente, existem coisas que nunca mudam. Espero que aquelas outras também não. Queria que estas outras também não.

Wednesday, June 09, 2004

Levei um cdzinho que gravei de última hora no domingo, enquanto esperava a máquina terminar o ciclo 'centrifugar', para sairmos para almoçar. Foi criado tão despretensiosa mas ficou bom, tão delicioso e fácil de ouvir. Foi minha trilha diária durante o workshop. E até atrapalhou um trote que quis passar.

Não tem house, porque, eu odeio house do fundo do meu coração. Só que eu gosto dos cds de house que o Alan que me deu. E um pouco de house francesa. Let me take to another world.
Depois conto coisas. Agora vou tomar um banho, esperar pelo amore e, bom, matar a saudade.

Thursday, June 03, 2004

Credo. Não sei mais conjugar verbos. Não sei mais falar, nem escrever. Emburreci fudidamente. Uma coisa 4a. série. Que meda.
das oscilações

Brigar é uma merda, não? Uma grande merda. Mas ele me provocou. Eu gosto de tudo o que você faz, do início ao fim, sem tirar nem por. Mas por que foi fazer aquilo? Agora agüenta. Agora me agüente. E se que fôda, porque, levinha, eu não sou. Não gosto de brigar porque sou péssima no quesito braço a torcer. Não gosto de brigar porque ofendo, de verdade. Não gosto de brigar porque viro bicho, animal irracional. Não gosto de brigar porque eu meu arrependo sim, só que demora muito. Não gosto de brigar porque ponho pra fora o que há de pior em mim. Não gosto de brigar porque fico feia, horrível e com voz rouca. Não gosto de brigar porque tenho medo de quebrar e dizem que sempre quebra um pouquinho. Eu não gosto de brigar. Mas você me provocou. Ai, eu odeio brigar. Odeio.......Drama! Já estamos de bem.

Wednesday, June 02, 2004

Fiquei irritada porque sim. Na amplitude do porque sim, fiquei puta simplesmente porque não dava para não ficar. E as vezes sou tão explosiva, e que merda. Que merda. E me falta paciência pra tanta coisa. Não tenho paciência pra demora, pra papinhos, pra burrice, pra lerdeza, pra idiotice, pra gente sem noção, pra gente idiota, pra gente equivocada, pra gente exagerada. Não tenho paciência pra um cara que trabalha aqui e me irrita profundamente, de propósito. Por que? Por que? Por que? Não tenho paciência pras perguntas que ele faz, nem pros showzinhos que agita durante as reuniões. E vai ser a mesma, a mesmíssima coisa, semana que vem, durante os 3 dias no workshop. Estou odiando este cara com todas as minhas forças. Pronto. Ponto. Pula uma linha, parágrafo. Chega de falar no imbecil.

Tuesday, December 30, 2003

ouça Radio Caroline Vol.2